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	<title>Guia do Empresário</title>
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	<description>Fique por dentro dos assuntos que afetam o dia-a-dia do seu negócio</description>
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		<title>O empregado que exerce cargo de confiança precisa efetuar a marcação do ponto?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[O §2º do art. 74 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina que, para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores, será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho, devendo haver pré-assinalação do período de repouso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O §2º do art. 74 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina que, para os estabelecimentos de mais de dez trabalhadores, será obrigatória a anotação da hora de entrada e de saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho, devendo haver pré-assinalação do período de repouso.</p>
<p>Assim, constata-se que a marcação do horário de trabalho constitui procedimento obrigatório em todos os estabelecimentos que possuem mais de dez empregados, não podendo a empresa, ainda que o queira, dispensar seus empregados da adoção dessa prática.</p>
<p>Por outro lado, o art. 62 da CLT , com as alterações introduzidas pela Lei nº 8.966 , de 27.12.1994, estabelece que não são abrangidos pelo capítulo da Duração do Trabalho:</p>
<blockquote><p>I &#8211; os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação de horário de trabalho, devendo tal condição ser anotada na ficha ou folha do livro de registro de empregados (parte de &#8220;Observações&#8221;), bem como na Carteira de Trabalho e Previdência Social &#8211; CTPS (parte de &#8220;Anotações Gerais&#8221;); e</p>
<p>II &#8211; os gerentes, assim considerados os exercentes de cargos de gestão, aos quais se equiparam, para efeito do disposto neste artigo, os diretores e chefes de departamento ou filial.</p></blockquote>
<p>Muito embora não haja conceituação expressa na legislação trabalhista em vigor, convergem os doutrinadores no sentido de que a principal característica do cargo de confiança é retratada pelo poder de autonomia nas decisões importantes a serem tomadas, poder este em que o empregado substitui o empregador.</p>
<p>Observe-se que pelo fato de tais empregados (exercentes de cargo de confiança) não estarem sujeitos às disposições que regulam a duração do trabalho, não estarão sujeitos a qualquer forma de controle de horário, ou seja, não efetuarão a marcação de ponto.</p>
<p>A concepção de gerente e chefe de departamento ou filial poderá provocar intensa discussão nos tribunais trabalhistas, pois a Lei nº 8.966/1994 não conceitua expressamente a figura do gerente. Cabe ao Poder Judiciário analisar cada caso especificamente, a fim de definir se o reclamante exerce ou não encargos de gestão.</p>
<p>Fonte: Consolidação das Leis do Trabalho &#8211; CLT , art. 62 , observadas as alterações efetuadas pela Lei nº 8.966/1994</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;linkname=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;linkname=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;linkname=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;linkname=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;linkname=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;linkname=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fo-empregado-que-exerce-cargo-de-confianca-precisa-efetuar-a-marcacao-do-ponto%2F&amp;title=O%20empregado%20que%20exerce%20cargo%20de%20confian%C3%A7a%20precisa%20efetuar%20a%20marca%C3%A7%C3%A3o%20do%20ponto%3F" id="wpa2a_2">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O empregado que exerce cargo de confiança pode ser descontado por atrasos?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Os empregados que exercem cargo de confiança (gerentes, diretores, chefes de departamento ou filial) não estão sujeitos às normas previstas no capítulo &#8220;Da duração do trabalho&#8221; da CLT (arts. 57 a 75 ), assim, não estão sujeitos a limite de jornada (o qual, para os empregados em geral, é de 8 horas diárias e 44 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os empregados que exercem cargo de confiança (gerentes, diretores, chefes de departamento ou filial) não estão sujeitos às normas previstas no capítulo &#8220;Da duração do trabalho&#8221; da CLT (arts. 57 a 75 ), assim, não estão sujeitos a limite de jornada (o qual, para os empregados em geral, é de 8 horas diárias e 44 horas semanais).</p>
<p>Dessa forma, como os gerentes, diretores etc. não estão sujeitos ao citado limite e, consequentemente, não fazem jus a horas extras se trabalharem além do expediente normal dos demais trabalhadores, entendemos que na situação inversa (trabalho por um número de horas menor em determinado dia), não deve haver qualquer desconto na remuneração do empregado. Tais circunstâncias, no entanto, deverão estar dentro dos padrões de bom senso e de razoabilidade que devem justificar a confiança depositada pela empresa em seu empregado, e a responsabilidade deste pelos seus atos.</p>
<p>Ressalte-se que, para a caracterização do cargo de confiança, deverão ser observadas as disposições do inciso II e do parágrafo único do art. 62 da CLT.</p>
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		<title>A empresa deve pagar horas extras para os empregados que exercem cargo de confiança?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/a-empresa-deve-pagar-horas-extras-para-os-empregados-que-exercem-cargo-de-confianca/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Não. Pelo fato de tais empregados não estarem sujeitos às disposições que regulam a duração do trabalho (CLT , art. 62 , &#8220;caput&#8221; e inciso II), incluindo qualquer forma de controle de horário, não perceberão, consequentemente, horas extras. Visando instituir um mecanismo de proteção ao trabalhador, o legislador estabeleceu que não estão compreendidos na definição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Pelo fato de tais empregados não estarem sujeitos às disposições que regulam a duração do trabalho (CLT , art. 62 , &#8220;caput&#8221; e inciso II), incluindo qualquer forma de controle de horário, não perceberão, consequentemente, horas extras.</p>
<p>Visando instituir um mecanismo de proteção ao trabalhador, o legislador estabeleceu que não estão compreendidos na definição do citado inciso II do art. 62 da CLT , os empregados cujo salário do cargo de confiança, compreendendo a gratificação de função, se houver, seja inferior ao valor do respectivo salário efetivo acrescido de 40%.</p>
<p>Para melhor compreensão, segue exemplo de um empregado ocupante de cargo de chefia:</p>
<blockquote><p>Salário efetivo R$ 2.400,00<br />
Acréscimo pelo exercício do cargo de confiança R$ 600,00<br />
Total R$ 3.000,00</p></blockquote>
<p>Nesse caso, o total da remuneração (R$ 3.000,00) é inferior ao salário efetivo do cargo, acrescido de 40% (R$ 2.400,00 + 40% = R$ 3.360,00). Portanto, este empregado, apesar de exercer função de chefia, não se enquadra nas disposições do inciso II do art. 62 da CLT , ou seja, está sujeito às normas de duração do trabalho, devendo, portanto, ter controle de horário e receber horas extras caso exerça atividade por um número de horas superior ao limite diário permitido pela legislação.</p>
<p>Num outro exemplo, suponhamos um gerente na seguinte situação:</p>
<blockquote><p>Salário efetivo R$ 2.000,00<br />
Acréscimo pelo exercício do cargo de confiança R$ 1.000,00<br />
Total R$ 3.000,00</p></blockquote>
<p>Nesse segundo caso, o valor do salário do cargo de confiança (R$ 3.000,00) é superior ao salário efetivo do cargo acrescido de 40% (R$ 2.000,00 + 40% = R$ 2.800,00). Assim, esse empregado enquadra-se na definição contida no inciso II do art. 62 da CLT e, conseqüuentemente, a ele não se aplicam as regras de duração do trabalho, logo, não fará jus a horas extras, posto que não está sujeito a controle de horário.</p>
<p>Observe-se que pelo fato de a Lei nº 8.966/1994 não conceituar expressamente a figura do gerente, a concepção de gerente e chefe de departamento ou filial poderá provocar intensa discussão nos tribunais trabalhistas, cabendo ao Poder Judiciário analisar cada caso especificamente, a fim de definir se o reclamante exerce ou não encargos de gestão, atribuindo-lhe, em caso positivo, o direito a horas extraordinárias.</p>
<p>Pela exposição percebe-se que os empregados que exercem cargo de confiança somente ficarão isentos da marcação de horário se forem abrangidos pelo conceito inserido no inciso II do art. 62 da CLT , nos termos já expostos.</p>
<p>Caso contrário, a não marcação do horário poderá ensejar autuação por parte da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, além da possibilidade de o empregado pleitear judicialmente o pagamento das verbas decorrentes dessa situação (horas extras, adicional noturno etc.).</p>
<p>Fonte: CLT , art. 62 , &#8220;caput&#8221; e inciso II</p>
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		<title>Existe um limite máximo de distância para a concessão do vale-transporte?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/existe-um-limite-maximo-de-distancia-para-a-concessao-do-vale-transporte/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Não. O vale-transporte é um benefício que o empregador concede ao trabalhador no deslocamento residência-trabalho e vice-versa, através de transporte coletivo público, urbano ou intermunicipal e/ou interestadual com características semelhantes aos urbanos, geridos diretamente ou mediante concessão ou permissão de linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente. Portanto, qualquer que seja a distância, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. O vale-transporte é um benefício que o empregador concede ao trabalhador no deslocamento residência-trabalho e vice-versa, através de transporte coletivo público, urbano ou intermunicipal e/ou interestadual com características semelhantes aos urbanos, geridos diretamente ou mediante concessão ou permissão de linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente.</p>
<p>Portanto, qualquer que seja a distância, se o benefício for concedido para a utilização nos meios de transporte público, a empresa deve conceder o benefício quando solicitado pelo empregado.</p>
<p>Fonte: Lei nº 7.418/1985 , art. 1º</p>
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		<title>A empresa está obrigada a repor vales-transporte a empregado que os teve furtados?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/a-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há qualquer dispositivo na legislação trabalhista que determine a obrigatoriedade de concessão de novos vales-transporte em razão de furto. Portanto, não caberá ao empregador conceder outros vales, uma vez que tal fato independeu da sua vontade. Ressalte-se que com o desenvolvimento tecnológico muitas cidades e Estados da Federação vêm substituindo os vales-transportes em meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há qualquer dispositivo na legislação trabalhista que determine a obrigatoriedade de concessão de novos vales-transporte em razão de furto.</p>
<p>Portanto, não caberá ao empregador conceder outros vales, uma vez que tal fato independeu da sua vontade.</p>
<p>Ressalte-se que com o desenvolvimento tecnológico muitas cidades e Estados da Federação vêm substituindo os vales-transportes em meio papel pelo cartão eletrônico, o qual traz muitas vantagens tanto para o empregador como para o empregado, tais como: facilidade na aquisição, maior segurança, uma vez que em caso de perda ou roubo, o cartão pode ser bloqueado e o saldo devolvido ao trabalhador, menor custo, maior controle etc.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-repor-vales-transporte-a-empregado-que-os-teve-furtados%2F&amp;title=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20repor%20vales-transporte%20a%20empregado%20que%20os%20teve%20furtados%3F" id="wpa2a_10">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O benefício do vale-transporte pode ser pago em dinheiro?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/o-beneficio-do-vale-transporte-pode-ser-pago-em-dinheiro/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/o-beneficio-do-vale-transporte-pode-ser-pago-em-dinheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.ozai.com.br/?p=1187</guid>
		<description><![CDATA[Não. É vedada a concessão de vale-transporte em dinheiro, salvo na hipótese de falta ou insuficiência do estoque de vale-transporte necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema, quando então o beneficiário será ressarcido pelo empregador da parcela correspondente, na folha de pagamento imediata, caso tenha efetuado por conta própria a despesa para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. É vedada a concessão de vale-transporte em dinheiro, salvo na hipótese de falta ou insuficiência do estoque de vale-transporte necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema, quando então o beneficiário será ressarcido pelo empregador da parcela correspondente, na folha de pagamento imediata, caso tenha efetuado por conta própria a despesa para o respectivo deslocamento.</p>
<p>Fonte: Decreto nº 95.247/1987 , art. 5º</p>
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		<title>A empresa é obrigada a fornecer o vale-transporte mesmo quando o benefício for menor do que 6% do salário?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/a-empresa-e-obrigada-a-fornecer-o-vale-transporte-mesmo-quando-o-beneficio-for-menor-do-que-6-do-salario/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/a-empresa-e-obrigada-a-fornecer-o-vale-transporte-mesmo-quando-o-beneficio-for-menor-do-que-6-do-salario/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim. São beneficiários do vale-transporte, entre outros, todos os empregados, conforme definido no art. 3º da CLT (Decreto nº 95.247/1987 , art. 1º , inciso I). O vale-transporte será custeado pelo beneficiário, na parcela equivalente a 6% de seu salário básico ou vencimento, excluídos quaisquer adicionas ou vantagens, e pelo empregador no que exceder à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim. São beneficiários do vale-transporte, entre outros, todos os empregados, conforme definido no art. 3º da CLT (Decreto nº 95.247/1987 , art. 1º , inciso I).</p>
<p>O vale-transporte será custeado pelo beneficiário, na parcela equivalente a 6% de seu salário básico ou vencimento, excluídos quaisquer adicionas ou vantagens, e pelo empregador no que exceder à parcela devida pelo empregado, conforme determina o art. 9º do Decreto nº 95.247/1987 . Observe-se que ocorrendo a hipótese de o valor pertinente a aquisição dos vales ser inferior ao 6% do salário básico do empregado, o valor a ser descontado deste será exatamente o gasto com a aquisição.</p>
<p>Observe-se que, dependendo do salário do empregado, a empresa vai custear ou não parte das despesas do respectivo deslocamento residência-trabalho e vice-versa.</p>
<p>Assim, ainda que a empresa não custeie parte do vale-transporte do empregado, se ele assinou o termo de opção para recebimento do benefício, a empresa será obrigada a conceder os vales.</p>
<p>Fonte: CLT art. 3º; Decreto nº 95.247/1987 , art. 1º , inciso I</p>
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		<title>Novas regras para a entrega do IRPF 2012</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/pessoa-fisica/novas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 14:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoa Física]]></category>

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		<description><![CDATA[A Receita Federal do Brasil publicou hoje, 6 de fevereiro, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº 1.246, com as regras para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012 (ano-calendário 2011). Estão obrigados a entregar o documento os contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis com valor superior a R$ 23.499,15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal do Brasil publicou hoje, 6 de fevereiro, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº 1.246, com as regras para a entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2012 (ano-calendário 2011).</p>
<p>Estão obrigados a entregar o documento os contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis com valor superior a R$ 23.499,15 durante o ano de 2011 e aqueles que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00.</p>
<p>Quem obteve em qualquer mês ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas também deve preencher a declaração. Além disso, está obrigado a declarar o ajuste anual quem obteve receita bruta com a atividade rural superior a R$ 117.495,75 ou teve, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.</p>
<p>O documento deve ser entregue no período entre 1º de março e 30 de abril de 2012 pela internet ou em disquete nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. O formulário de papel está extinto a partir deste ano.</p>
<p>Uma novidade para 2012 é a obrigatoriedade do uso de Certificado Digital por contribuintes que receberam, no ano-calendário de 2011, rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 10.000.000,00.</p>
<p>Quem perder o prazo de entrega estará sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;linkname=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;linkname=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;linkname=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;linkname=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;linkname=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;linkname=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fpessoa-fisica%2Fnovas-regras-para-a-entrega-do-irpf-2012%2F&amp;title=Novas%20regras%20para%20a%20entrega%20do%20IRPF%202012" id="wpa2a_16">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como fica a estabilidade dos empregados no caso de encerramento da empresa?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/como-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/como-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Societário]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma questão que tem causado polêmica no direito trabalhista refere-se à estabilidade provisória dos empregados, em caso de encerramento das atividades da empresa ou do estabelecimento em que trabalham. Nesse aspecto, indaga-se se a empresa pode rescindir os contratos de trabalho dos empregados em gozo de estabilidade, sem o pagamento da indenização dos salários relativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão que tem causado polêmica no direito trabalhista refere-se à estabilidade provisória dos empregados, em caso de encerramento das atividades da empresa ou do estabelecimento em que trabalham. Nesse aspecto, indaga-se se a empresa pode rescindir os contratos de trabalho dos empregados em gozo de estabilidade, sem o pagamento da indenização dos salários relativos ao período da estabilidade.</p>
<p>As estabilidades provisórias legais (gestante, representante sindical, cipeiro etc.) adquiridas pelo empregado são consideradas circunstâncias impeditivas da rescisão contratual arbitrária ou sem justa causa. Assim, inexiste dispositivo legal expresso que trate da situação dos contratos de trabalho dos empregados com estabilidade provisória, quando ocorre a extinção da empresa ou do estabelecimento em que trabalhem. O que pode ocorrer é que aquela situação esteja prevista em documento coletivo de trabalho da respectiva categoria profissional, o que deverá ser cumprido pelas partes.</p>
<p>Vale ressaltar que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT , arts. 497 , 498 e 501), estabelece apenas a situação do pagamento de indenização aos empregados que gozam de estabilidade decenal, ou seja, aqueles que já contavam com 10 ou mais anos de atividade na empresa, na condição de não optantes pelo FGTS, quando da promulgação da Constituição Federal/1988 , determinando que, em caso de rescisão contratual em virtude de extinção da empresa ou de estabelecimento desta, sem a ocorrência de motivo de força maior, esses empregados terão direito à indenização em dobro.</p>
<p>Na ocorrência de a extinção da empresa ou estabelecimento ter ocorrido por motivo de força maior, a indenização será paga de forma simples. Caso o empregado não tenha direito à estabilidade decenal (menos de 10 anos na empresa na condição de não optante) fará jus à indenização pela metade.</p>
<p>No âmbito doutrinário verifica-se inexistir um posicionamento pacífico sobre a questão. Parte da doutrina sustenta o entendimento de que, ocorrendo a ruptura contratual em decorrência da extinção da empresa ou de um ou mais dos seus estabelecimentos, os empregados em gozo de estabilidade provisória não terão direito à indenização relativa ao período de estabilidade, uma vez que, nesta situação, não estaria ocorrendo uma dispensa arbitrária ou sem justo motivo. O contrato seria extinto por absoluta impossibilidade de se dar sua continuidade, em decorrência do desaparecimento de um dos pólos da relação empregatícia (empregador).</p>
<p>Outra corrente doutrinária é favorável ao pagamento da indenização correspondente ao período da estabilidade, embasada no fato de que, excetuando a ocorrência de extinção da empresa ou de seu estabelecimento por motivo de força maior, o encerramento da atividade é ato volitivo do empregador ou consequência da ação deste. Portanto, a atividade da empresa poderá ser encerrada pelo desejo do empregador de não mais continuar o negócio, por má administração, por inviabilidade do negócio etc. Segundo esta corrente, todas as mencionadas hipóteses enquadram-se no conceito do ônus empresarial que deve ser assumido exclusivamente pelo empregador, não podendo ser transferido ao empregado, razão pela qual, ocorrendo a ruptura contratual, o pagamento da indenização será devido.</p>
<p>Ressaltamos, por oportuno, que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT , art. 469 , § 2º) preceitua que &#8220;é lícita a transferência quando ocorrer extinção do estabelecimento em que trabalhar o empregado.&#8221;</p>
<p>Assim, o entendimento predominante no caso em que existam outros estabelecimentos da empresa, é no sentido de que, havendo empregados estáveis provisoriamente pela legislação (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes &#8211; CIPA, acidente de trabalho , dirigente sindical etc.), eles poderão normalmente, por ato do empregador, ser transferidos para outra unidade, filial ou setor da empresa.</p>
<p>Por outro lado, em se tratando de estabelecimento único, dada a extinção total da empresa, predomina na jurisprudência trabalhista o entendimento de que é possível a rescisão contratual dos empregados detentores de estabilidade provisória de emprego, sendo devidas, nesta situação, as verbas correspondentes a uma dispensa sem justa causa, ou seja, saldo de salários, férias vencidas e proporcionais, acrescidas de 1/3 constitucional, 13º salário, indenização do tempo que faltar para o término da estabilidade provisória, período este que deverá ser projetado para efeito do cálculo de férias e 13º salário, aviso prévio e FGTS, mais 40% sobre o seu total.</p>
<p>É oportuno mencionar a existência de algumas decisões judiciais no sentido de que a obrigação do pagamento dos salários perdura tão-somente até a data em que se verifica a extinção total do estabelecimento, não sendo, portanto, devida a indenização dos salários até o final do período compreendido pela estabilidade provisória de emprego.</p>
<p>Diante da controvérsia relativa à indenização do período de estabilidade, salvo previsão em contrário constante do documento coletivo de trabalho da categoria profissional respectiva, caberá ao empregador, após prévia consulta ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e ao sindicato da categoria profissional de seus empregados, adotar o posicionamento que julgar mais acertado, cabendo à Justiça do Trabalho a decisão final, caso seja acionada.</p>
<p>Havendo empregados afastados (acidente do trabalho, licença-maternidade, auxílio-doença etc.), vez que a empresa não deixará de ser extinta em função desses afastamentos, além dos requisitos acima, a empresa, quando da rescisão do contrato de trabalho, deverá comunicar ao empregado o motivo da rescisão contratual (extinção da empresa), convocando-o a comparecer ao ato homologatório, se for o caso, para receber e dar quitação das verbas devidas e, por medida de cautela, comunicar ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a ocorrência do fato.</p>
<p>Vale ressaltar que no caso da dispensa da gestante o § 12 do art. 214 do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999 , estabelece que o valor pago à empregada gestante, inclusive doméstica, em função do disposto na alínea &#8220;b&#8221; do inciso II do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal , integra o salário-de-contribuição, excluídos os casos de conversão em indenização previstos nos arts. 496 e 497 da CLT .</p>
<p>Do exposto no parágrafo anterior depreende-se que, em casos de extinção da empresa, a indenização paga a gestante pela estabilidade prevista na Constituição Federal (parte relativa ao ADCT) não tem caráter de salário-de-contribuição; logo, não há que cogitar em aplicar sobre tal verba (indenização por estabilidade provisória da gestante) a incidência da contribuição previdenciária. Para melhor visualização do assunto tratado neste texto, apresentamos adiante as Súmulas do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e alguns acórdãos judiciais atinentes ao assunto.</p>
<p>Para melhor visualização do assunto tratado neste texto, apresentamos adiante as Súmulas do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e alguns acórdãos judiciais atinentes ao assunto.</p>
<h2>Súmulas do TST</h2>
<blockquote><p>173. Salário. Empresa. Cessação de atividades</p>
<p>Extinto, automaticamente, o vínculo empregatício com a cessação das atividades da empresa, os salários só são devidos até a data da extinção. Ex-prejulgado no 53. (RA 102/1982, DJ 11.10.1982 e DJ 15.10.1982)&#8221;<br />
&#8220;339. CIPA. Suplente. Garantia de emprego. CF/1988. (incorporadas as Orientações Jurisprudenciais nºs 25 e 329 da SDI-1) &#8211; Res. 129/2005 &#8211; DJ de 20, 22 e 25.04.2005)</p>
<p>II &#8211; A estabilidade provisória do cipeiro não constitui vantagem pessoal, mas garantia para as atividades dos membros da CIPA, que somente tem razão de ser quando em atividade a empresa. Extinto o estabelecimento, não se verifica a despedida arbitrária, sendo impossível a reintegração e indevida a indenização do período estabilitário. (ex-OJ nº 329 &#8211; DJ 09.12.2003)&#8221;<br />
&#8220;369. Dirigente sindical. Estabilidade provisória. (conversão das Orientações Jurisprudenciais nºs 34, 35, 86, 145 e 266 da SDI-1) (Res. 129/2005 &#8211; DJ de 20, 22 e 25.04.2005)</p>
<p>IV &#8211; Havendo extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato, não há razão para subsistir a estabilidade. (ex-OJ nº 86 &#8211; Inserida em 28.04.1997)</p></blockquote>
<h2>Acórdãos do TST</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cipeiros</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Agravo de instrumento em recurso de revista &#8211; Cipeiro &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; Reintegração indevida &#8211; A decisão recorrida está em consonância com a iterativa, notória e atual jurisprudência desta Corte, consubstanciada na Orientação jurisprudencial nº 329: A estabilidade provisória do cipeiro não constitui vantagem pessoal, mas garantia para as atividades dos membros da CIPA, que somente tem razão de ser quando em atividade a empresa. Extinto o estabelecimento, não se verifica a despedida arbitrária, sendo impossível a reintegração e indevida a indenização do período estabilitário. Agravo de instrumento desprovido.&#8221; (TST &#8211; AIRR 40417 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Juiz Conv. Vieira de Mello Filho &#8211; DJU 25.06.2004)<br />
&#8220;Membro da CIPA &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Extinção da unidade da empresa &#8211; A garantia de emprego do trabalhador eleito membro da CIPA apenas obsta sua dispensa arbitrária ou sem justa causa. Havendo motivo de natureza técnica, econômica ou financeira, como a extinção do estabelecimento, é cabível a dispensa, não sendo devido qualquer ressarcimento pela frustração do restante do período estabilitário. A extinção das atividades no setor da empresa na qual prestava serviços o empregado detentor da estabilidade provisória faz cessar a causa ou o fato gerador da garantia de emprego, ficando afastada, via de consequência, a hipótese de indenização substitutiva. Recurso de revista provido.&#8221; (TST &#8211; RR 81590 &#8211; 5ª Turma &#8211; Rel. Min. Rider Nogueira de Brito &#8211; DJU 21.05.2004)<br />
&#8220;Estabilidade provisória &#8211; Cipeiro &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; Encontra-se consagrado nesta Corte, através da Orientação Jurisprudencial nº 329 da SDI-1 do TST, o entendimento de que a estabilidade provisória do cipeiro não constitui vantagem pessoal, mas garantia para as atividades dos membros da CIPA, que somente tem razão de ser quando em atividade a empresa. Extinto o estabelecimento, não se verifica a despedida arbitrária, sendo impossível a reintegração e indevida a indenização do período estabilitário. Acrescente-se a irrelevância de terem sido transferidos para outro estabelecimento 65% dos empregados, haja vista que o que infirma a estabilidade é a extinção do estabelecimento. Assim, não se vislumbra a ofensa legal e constitucional apontada, bem como encontra-se superada a assinalada divergência jurisprudencial, nos termos do Enunciado nº 333 do TST, erigido a pressuposto negativo de admissibilidade do recurso de revista. Recurso não conhecido.&#8221; (TST &#8211; RR 43012 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Min. Barros Levenhagen &#8211; DJU 05.03.2004)<br />
&#8220;Estabilidade provisória de membro da CIPA &#8211; Extinção da empresa &#8211; Consonância com entendimento pacífico do TST &#8211; Não-conhecimento dos embargos &#8211; Se o estabelecimento em que prestava serviços o reclamante vem a ser extinto, torna-se insubsistente a estabilidade de que era detentor em razão de integrar a CIPA, tendo em vista que deixa de existir o próprio fato gerador do direito em si. Exegese que se extrai da Orientação Jurisprudencial nº 329 da SBDI-1. Recurso de Embargos de que não se conhece.&#8221; (TST &#8211; E-RR 625634 &#8211; SBDI 1 &#8211; Rel. Min. João Batista Brito Pereira &#8211; DJU 06.02.2004)<br />
&#8220;Embargos &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Membro da CIPA &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; A garantia de emprego prevista no artigo 165 da CLT e no artigo 10, inciso II, alínea a do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias , não constitui uma vantagem pessoal que a Lei defere a um empregado, mas uma garantia que visa a proteção da atividade dos membros da CIPA, dirigindo-se a todos os seus integrantes, com o intuito de coibir a despedida arbitrária destes empregados. Quando a perda do emprego se dá por extinção da empresa, não fica caracterizada a despedida arbitrária, e fica impossibilitada a reintegração do empregado, já que não existem mais os serviços. Não há, por isso, fundamento para se condenar a empresa extinta a pagar os salários do período estabilitário. Recurso de Embargos desprovido.&#8221; (TST &#8211; ERR 651150 &#8211; SESBDI 1 &#8211; Rel. Min. Carlos Alberto Reis de Paula &#8211; DJU 12.03.2004)</p></blockquote>
<p><strong>Acidentado no trabalho</strong></p>
<blockquote><p><strong></strong>&#8220;Recurso de revista &#8211; Dispensa de empregado detentor da estabilidade conferida a acidentados &#8211; Extinção da empresa &#8211; Conversão do período de estabilidade em indenização &#8211; Na hipótese de encerramento das atividades do empregador, não há falar em direito do empregado detentor de estabilidade temporária, prevista no art. 118 da Lei nº 8.213/1991 , à manutenção do contrato de trabalho e tampouco em conversão do período em indenização, porquanto não caracterizada a intenção obstativa à garantia de emprego. Recurso a que se dá provimento.&#8221; (TST &#8211; RR 2290 &#8211; 5ª Turma &#8211; Rel. Min. Gelson de Azevedo &#8211; DJU 02.04.2004)<br />
&#8220;Estabilidade provisória &#8211; Doença profissional &#8211; Impossibilidade de reintegração &#8211; Indenização &#8211; Impossibilitada a reintegração do empregado, face à extinção do estabelecimento, impõe-se a condenação ao pagamento de indenização referente aos salários dos meses em que ocorreria a dita estabilidade, ou seja, desde a data da dispensa até a data do encerramento das atividades da empresa, quando esvai-se a garantia de emprego. Recurso de revista não conhecido integralmente.&#8221; (TST &#8211; RR 371554 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Min. Conv. Horácio R. de Senna Pires &#8211; DJU 25.10.2002)<br />
&#8220;Estabilidade provisória &#8211; Doença &#8211; Fechamento do estabelecimento &#8211; Com a extinção da empresa, desaparece a prestação dos serviços e, consequentemente, o direito do empregado às vantagens decorrentes da estabilidade provisória, porquanto, a dispensa, no caso, não encontra obstáculo legal, porque não revelou impedimento ou fraude por parte do empregador e se reveste de motivo econômico. Portanto, não há que se falar na indenização por despedida injustificada, se o Reclamante recebeu os seus salários até a data da extinção do estabelecimento. Recurso de Revista conhecido e provido.&#8221; (TST &#8211; RR 371700 &#8211; 3ª Turma &#8211; Relª Minª Conv. Deoclécia Amorelli Dias &#8211; DJU 07.12.2000)<br />
&#8220;Violação do art. 896 da CLT &#8211; Acidente de trabalho &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Estabelecimento empresarial &#8211; Fechamento na localidade da prestação de serviços &#8211; O encerramento das atividades e o fechamento do estabelecimento empresarial na localidade em que trabalhava o empregado não implica extinção do seu contrato de trabalho se, no mesmo período, encontrava-se afastado do emprego em decorrência de acidente de trabalho. O contrato nesse período fica suspenso e, portanto, garantida a estabilidade provisória no emprego. Recurso de Embargos conhecido e não provido.&#8221; (TST &#8211; ERR 503124 &#8211; SBDI 1 &#8211; Rel. Min. José Luciano de Castilho Pereira &#8211; DJU 27.08.2004)<br />
&#8220;Recurso de revista &#8211; Dispensa de empregado detentor da estabilidade conferida a acidentados &#8211; Extinção da empresa &#8211; Conversão do período de estabilidade em indenização &#8211; Na hipótese de encerramento das atividades do empregador, não há falar em direito do empregado detentor de estabilidade temporária, prevista no art. 118 da Lei nº 8.213/1991 , à manutenção do contrato de trabalho e tampouco em conversão do período em indenização, porquanto não caracterizada a intenção obstativa à garantia de emprego. Recurso a que se dá provimento.&#8221; (TST &#8211; RR 2290 &#8211; 5ª Turma &#8211; Rel. Min. Gelson de Azevedo &#8211; DJU 02.04.2004)<br />
&#8220;Estabilidade decorrente de acidente do trabalho &#8211; Fechamento do estabelecimento &#8211; Indenização devida &#8211; Risco do empreendimento e preservação da higidez do empregado &#8211; Imperiosa a conclusão de que, extinto o estabelecimento, em razão de sua inviabilidade econômica-financeira, os ônus são do empregador, que assume os riscos da atividade econômica (art. 2º da CLT ), inclusive no que se refere a obrigação de indenizar o empregado portador de estabilidade decorrente de acidente do trabalho, que não pode e nem deve ter restringidos ou extintos seus direitos, nos termos do que, igualmente, reza o art. 10 da CLT . A garantia de emprego assegurada pelo art. 118 da Lei nº 8.213/91 ao empregado acidentado no trabalho é personalíssima e visa obstar a sua discriminação em razão da ocorrência do infortúnio, assegurando-lhe a permanência no emprego por período necessário à sua total recuperação imprescindível para que possa continuar exercendo as suas funções. Recurso de revista não conhecido.&#8221; (TST &#8211; RR 693174 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Min. Milton de Moura França &#8211; DJU 10.10.2003)<br />
&#8220;Violação do art. 896 da CLT &#8211; Acidente de trabalho &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Estabelecimento empresarial &#8211; Fechamento na localidade da prestação de serviços &#8211; O encerramento das atividades e o fechamento do estabelecimento empresarial na localidade em que trabalhava o empregado não implica extinção do seu contrato de trabalho se, no mesmo período, encontrava-se afastado do emprego em decorrência de acidente de trabalho. O contrato nesse período fica suspenso e, portanto, garantida a estabilidade provisória no emprego. Recurso de Embargos conhecido e não provido.&#8221; (TST &#8211; ERR 503124 &#8211; SBDI 1 &#8211; Rel. Min. José Luciano de Castilho Pereira &#8211; DJU 27.08.2004)<br />
&#8220;Estabilidade provisória &#8211; Acidente de trabalho &#8211; Fechamento de estabelecimento filial &#8211; Indenização substitutiva &#8211; 1. assegura-se ao empregado em gozo da estabilidade decorrente de acidente de trabalho a indenização substitutiva, em caso de fechamento de estabelecimento filial ou agência. interpretação teleológica do art. 118 da Lei nº 8.213/91 e aplicação analógica do art. 498 da CLT . 2. recurso de que se conhece e a que se nega provimento, no particular.&#8221; (TST &#8211; RR 503124 &#8211; 1ª Turma &#8211; Rel. Min. João Oreste Dalazen &#8211; DJU 06.02.2004)<br />
&#8220;Embargos &#8211; Estabilidade &#8211; Acidente de trabalho &#8211; Extinção do estabelecimento empresarial &#8211; A Orientação Jurisprudencial nº 230 da SBDI-1, ao elencar as duas condições para o empregado adquirir o direito à estabilidade provisória &#8211; afastamento do trabalho por prazo superior a 15 dias e consequente percepção do auxílio-doença acidentário, não fez nenhuma ressalva ao direito do trabalhador. Cumpridos os requisitos, a estabilidade ou a indenização correspondente deve ser assegurada, mesmo na hipótese de fechamento do estabelecimento. Embargos não conhecidos.&#8221; (TST &#8211; ERR 704998 &#8211; SBDI 1 &#8211; Relª Min. Maria Cristina Irigoyen Peduzzi &#8211; DJU 05.12.2003)</p></blockquote>
<p><strong>Dirigente sindical</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Recurso de revista &#8211; Empresa individual &#8211; Extinção &#8211; Morte do empregador &#8211; Dirigente sindical &#8211; Estabilidade &#8211; Insubsistência &#8211; A iterativa e notória jurisprudência da SBDI-1 há muito firmou o entendimento de não subsistir a estabilidade do dirigente sindical, em caso de extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato (Orientação jurisprudencial nº 86). A conclusão de insubsistência da estabilidade do dirigente sindical, em razão do falecimento do empregador constituído em empresa individual, é a mesma, uma vez que o seu falecimento acarretou a extinção da empresa, conforme verificou o E. Tribunal Regional.&#8221; (TST &#8211; RR 549068 &#8211; 1ª Turma &#8211; Rel. Juiz Conv. Aloysio Corrêa da Veiga &#8211; DJU 30.04.2004)<br />
&#8220;Dirigente sindical &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Cessação de atividade da empresa na localidade &#8211; O encerramento da atividade empresarial em determinado local, ainda que se cuide de empresa com atividade em diversas localidades, tem o mesmo efeito que a extinção de estabelecimento, em relação à garantia de estabilidade do dirigente sindical, que está diretamente ligado à defesa dos interesses coletivos da categoria. Em se tratando de sindicato com base territorial que alcance, por inteiro, o Estado da Federação, não implica exigir que o empregador ofereça ao dirigente sindical a faculdade de transferir-se para outro estabelecimento. Recurso de revista conhecido e provido.&#8221; (TST &#8211; RR 577350 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Juiz Conv. José Antônio Pancotti &#8211; DJU 26.03.2004)<br />
&#8220;Recurso ordinário em ação rescisória &#8211; Dirigente sindical &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; Fim da estabilidade &#8211; In casu , não se há falar em violação dos arts. 8º, VIII, da CF e 543, § 3º da CLT , eis que, extinto o estabelecimento onde prestava serviços o Obreiro, cessa o fundamento que respalda a estabilidade conferida ao dirigente sindical, uma vez que esta não é uma garantia pessoal do empregado, mas, sim, uma prerrogativa da categoria para possibilitar o exercício da representação sindical. Desse modo, extinto o vínculo laboral com o fechamento da empresa naquela localidade, não tem mais razão de existir a estabilidade (Inteligência da Orientação Jurisprudencial no 86 da SBDI-1)&#8230;. Recurso Ordinário parcialmente provido.&#8221; (TST &#8211; ROAR 82554 &#8211; SBDI 2 &#8211; Rel. Min. José Simpliciano Fernandes &#8211; DJU 05.09.2003)<br />
&#8220;Estabilidade sindical &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; 1. Sobrevindo o fechamento do estabelecimento empresarial, o empregado dirigente sindical faz jus ao pagamento dos salários somente até a extinção, pois a garantia de emprego esvai-se com o encerramento das atividades da empresa. 2. Recurso de revista de que se conhece e a que se dá provimento.&#8221; (TST &#8211; RR 510776 &#8211; 1ª Turma &#8211; Rel. Min. João Oreste Dalazen &#8211; DJU 14.03.2003)<br />
&#8220;Estabilidade sindical &#8211; Extinção da empregadora &#8211; Indenização &#8211; Extinto o estabelecimento onde prestava serviços o empregado, cessa o fundamento que respalda a estabilidade conferida ao dirigente sindical uma vez que esta não é uma garantia pessoal do empregado, mas sim uma prerrogativa da categoria para possibilitar o exercício da representação sindical. Desse modo, extinto o vínculo laboral com o fechamento da empresa naquela localidade, não tem mais razão de existir a estabilidade. Assim sendo, o Reclamante não faz jus ao pagamento de indenização, mas apenas dos salários devidos até a data da extinção. Incidência do Enunciado nº 173 do TST e Orientação Jurisprudencial nº 86 da SBDI1 deste TST&#8230; Revista conhecida e provida parcialmente.&#8221; (TST &#8211; RR 496055 &#8211; 2ª Turma &#8211; Rel. Min. José Simpliciano Fernandes &#8211; DJU 27.09.2002)<br />
&#8220;Estabilidade sindical &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; A intenção do legislador, tanto o constituinte, como o ordinário, ao criar a garantia de emprego para o dirigente sindical, não foi garantir ao empregado um benefício pessoal, com a manutenção de seu emprego e salários, mas assegurar o livre exercício de seu mandato sindical, sem pressões ou ameaças. Assim, inexistindo qualquer arbitrariedade por parte da empresa no ato de dispensa do empregado detentor de mandato sindical, quando ocorre a extinção de um de seus estabelecimentos, não há que se falar em pagamento das verbas salariais até o término da garantia de emprego.&#8221; (TST &#8211; RR . 478809 &#8211; 2ª Turma &#8211; Rel. Min. Conv. Aloysio Corrêa da Veiga &#8211; DJU 08.02.2002)<br />
&#8220;Ação rescisória &#8211; Violação literal de lei &#8211; Dirigente sindical &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; Indenização do período de garantia &#8211; 1 &#8211; Viola o art. 498 da CLT acórdão que defere à empregada detentora de estabilidade sindical salários e vantagens decorrentes do vínculo de emprego, até o término do período de estabilidade, apesar do fechamento de agência do Banco na localidade. 2. Sobrevindo o fechamento do estabelecimento empresarial, o empregado dirigente sindical faz jus ao pagamento dos salários somente até a extinção, pois a garantia de emprego esvai-se com o encerramento das atividades da empresa. Orientação Jurisprudencial nº 86, da Eg. SBDI1. 3. Recurso ordinário do Requerente a que se dá parcial provimento.&#8221; (TST &#8211; ROAR 579970 &#8211; SBDI 2 &#8211; Rel. Min. João Oreste Dalazen &#8211; DJU 29.06.2001)<br />
&#8220;Estabilidade no emprego &#8211; Dirigente sindical &#8211; Extinção da empresa &#8211; Apesar de ter opinião pessoal de ser devida ao empregado a indenização substitutiva da garantia de emprego descumprida pelo empregador, com a extinção da empresa ou o fechamento do estabelecimento, a verdade é que esta Corte tem posição diametralmente oposta, conforme se infere do Verbete 86 da Orientação Jurisprudencial da SDI-I, no sentido de não subsistir estabilidade do dirigente sindical no caso de extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato. Dele emerge incontrastável a tese majoritária de a extinção da empresa ou o fechamento do estabelecimento não ser óbice ao poder potestativo de resilição contratual, cujo exercício não acarreta para o empregador o pagamento de indenização compensatória da garantia de emprego, limitando-se o direito do empregado aos proverbiais títulos trabalhistas referentes ao contrato de trabalho resilido. Recurso conhecido e provido.&#8221; (TST &#8211; RR 577003 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Min. Antônio José de Barros Levenhagen &#8211; DJU 29.06.2001)<br />
&#8220;Estabilidade provisória &#8211; Dirigente sindical &#8211; Encerramento das atividades da empresa &#8211; No caso de encerramento das atividades da empresa, não subsiste a estabilidade do empregado dirigente sindical, razão pela qual é indevida qualquer indenização pelo período correspondente ao mandato extinto. Recurso de Revista não conhecido.&#8221; (TST &#8211; RR 691355 &#8211; 2ª Turma &#8211; Rel. Juiz Conv. Samuel Corrêa Leite &#8211; DJU 12.03.2004)<br />
&#8220;Estabilidade sindical &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; 1. Sobrevindo o fechamento do estabelecimento empresarial, o empregado dirigente sindical faz jus ao pagamento dos salários somente até a extinção, pois a garantia de emprego esvai-se com o encerramento das atividades da empresa. 2. Recurso de revista de que se conhece e a que se dá provimento.&#8221; (TST &#8211; RR 510776 &#8211; 1ª Turma &#8211; Rel. Min. João Oreste Dalazen &#8211; DJU 14.03.2003)<br />
&#8220;Ação rescisória &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Extinção do estabelecimento da empresa &#8211; Decisão rescindenda em que se deferiu ao Reclamante o pagamento dos salários do período de estabilidade, em função do exercício de cargo de direção sindical, entendendo-se que a extinção do estabelecimento do empregador, sem comprovação de motivação de ordem técnica, econômica ou financeira, não o libera do pagamento de uma indenização compensatória. Inexistência de afronta à literalidade dos arts. 8º, VIII, da Constituição Federal e 543, § 3º, da CLT. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. Consonância da decisão regional com a orientação traçada no Enunciado no 219 do TST. Recurso ordinário a que se nega provimento.&#8221; (TST &#8211; ROAR 648850 &#8211; SBDI 2 &#8211; Rel. Min. Gelson de Azevedo &#8211; DJU 24.05.2002)</p></blockquote>
<p><strong>Gestante</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Estabilidade da gestante &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; A empregada gestante tem jus à estabilidade de emprego conferida pelo art. 10, II, b, do ADCT , ainda que a despedida tenha ocorrido em virtude do fechamento da empresa, a qual assume os riscos da atividade econômica e com eles deve arcar em caso de perdas advindas do empreendimento, consoante o disposto no artigo 2º da CLT. Recurso conhecido e provido&#8230;&#8221; (TST &#8211; RR 627917 &#8211; 1ª Turma &#8211; Rel. Min. Lélio Bentes Corrêa &#8211; DJU 12.03.2004)<br />
&#8220;Estabilidade provisória da gestante &#8211; Fechamento de estabelecimento da empresa &#8211; Dois e únicos são os pressupostos para que a empregada tenha assegurado seu direito ao emprego ou à reparação pecuniária: que esteja grávida e que sua dispensa não seja motivada por prática de falta funcional prevista no 482 da CLT . O escopo da garantia constitucional é, não só a proteção da gestante contra a dispensa arbitrária, por estar grávida, mas principalmente a tutela do nascituro. A interpretação teleológica do art. 10, II, b, do ADCT , conduz à conclusão de que, confirmada a gravidez durante o vínculo de emprego, nasce o direito da empregada à estabilidade provisória, com consequente restrição do direito de o empregador dispensá-la, salvo por justa causa. Nesse sentido, o fechamento do estabelecimento em que trabalha a empregada gestante não elide o direito à reparação pecuniária da estabilidade provisória interrompida. O art. 2º da CLT atribui ao empregador os riscos da atividade econômica, enquanto o 449 da CLT assegura a manutenção dos direitos decorrentes do contrato de trabalho, mesmo em caso de falência, concordata ou dissolução da empresa. Recurso de revista não provido.&#8221; (TST &#8211; RR 66985 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Min. Mílton de Moura França &#8211; DJU 23.04.2004)<br />
&#8220;Recurso de revista &#8211; Gestante &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Extinção do estabelecimento &#8211; Malgrado a dispensa da empregada gestante não se caracterize como arbitrária, em face de a rescisão ter se operado por força da extinção do estabelecimento, tal fato, por si só, não tem o condão de afastar a incidência da hipótese do artigo 10, II, b, do ADCT , o qual enseja a indenização à gestante pelo período estabilitário, haja vista que a simples extinção do estabelecimento não pode impedir a aplicação de um direito previsto constitucionalmente de natureza pessoal, o qual visa à proteção do nascituro. Recurso conhecido e provido.&#8221; (TST &#8211; RR 628954 &#8211; 5ª Turma &#8211; Rel. Juiz Conv. André Luís Moraes de Oliveira &#8211; DJU 16.04.2004)<br />
&#8220;Garantia de emprego à gestante &#8211; Fechamento de empresa &#8211; Art. 10 , inciso II, letra b, do ADCT &#8211; A empregada gestante faz jus à estabilidade de emprego conferida pelo art. 10 , inciso II, alínea b, do ADCT , ainda que a despedida tenha ocorrido em virtude do fechamento da empresa, a qual assume os riscos da atividade econômica e com eles deve arcar em casos de perdas advindas do empreendimento, consoante o disposto no artigo 2º da CLT. O fato referente à recusa da empregada a transferir-se para a cidade de Criciúma não pode por si gerar prejuízos à gestante, em que pese não haver condições de mudar-se de localidade e afastar-se do apoio financeiro e afetivo de familiares, essenciais para uma gestação e recebimento de uma nova vida. Revista conhecida e provida.&#8221; (TST &#8211; RR 3197 &#8211; 1ª Turma &#8211; Rel. Min. Conv. Vieira de Mello Filho &#8211; DJU 08.08.2003)<br />
&#8220;Gestante &#8211; Estabilidade provisória &#8211; Fechamento de agência bancária &#8211; Imprevidência do empregador &#8211; Força maior não configurada &#8211; O encerramento parcial da atividade empresarial, com o fechamento de uma agência bancária, não acarreta a perda da garantia de emprego assegurada à gestante. O fechamento de uma, dentre inúmeras, agência do Banco não configura motivo de força maior, uma vez que a assunção dos riscos do negócio é inerente à figura do empregador no desempenho da sua atividade econômica, nos termos do art. 2º da CLT , especialmente levando em consideração que o Banco continuou existindo como pessoa jurídica, sujeitando-se aos riscos do empreendimento. Nesse passo, pode equiparar-se o encerramento parcial da atividade econômica à imprevidência patronal, motivo que afasta a alegação de força maior, nos termos do § 1º do 501 da CLT . Cumpre observar que, em relação ao empregado dirigente sindical, esta Corte firmou sua jurisprudência no sentido de afastar o direito quando o estabelecimento fechado situa-se no âmbito da base territorial do sindicato, conforme diretriz abraçada pela Orientação Jurisprudencial nº 86 da SBDI-1 desta Corte. A estabilidade do empregado dirigente sindical é diferente da relativa à empregada gestante, embora ambos tenham adquirido estabilidade provisória por força de mandamento constitucional. A diferença reside no fato de a estabilidade do dirigente sindical estar ligada a representação da categoria naquela base territorial, enquanto que a da gestante independe da localidade em que a empregada irá prestar seus serviços. A garantia, para o dirigente sindical, é institucional, enquanto a da gestante é pessoal. Recurso conhecido e desprovido no particular, e provido quanto à correção monetária.&#8221; (TST &#8211; RR 635682 &#8211; 4ª Turma &#8211; Rel. Min. Ives Gandra Martins Filho &#8211; DJU 25.10.2002)<br />
&#8220;Gestante &#8211; Garantia de emprego &#8211; Fechamento de empresa &#8211; Art. 10, II, letra b, do ADCT &#8211; A empregada gestante faz jus à estabilidade de emprego conferida pelo art. 10, II, letra b, do ADCT , ainda que a despedida tenha ocorrido em virtude do fechamento da empresa, por se tratar, no caso, de uma garantia visando a não privar a gestante da conservação de um emprego que é vital para o nascituro, já que o salário percebido será utilizado em favor da subsistência e nutrição deste.&#8221; (TST &#8211; RR 402.630/1997.6 &#8211; 2ª Turma &#8211; Rel. Min. Vantuil Abdala &#8211; DJU 05.10.2001)<br />
&#8220;Estabilidade provisória à gestante &#8211; Fechamento da empresa &#8211; Indenização correspondente ao período estabilitário &#8211; Embora não se considere arbitrária nem discriminatória a dispensa de empregada gestante na hipótese de fechamento da empresa, tem-se que lhe é devida a indenização correspondente ao período estabilitário, uma vez que o objetivo dessa estabilidade é assegurar a sua sobrevivência e a de seu filho, já que nessa condição será bastante difícil obter um novo emprego. Recurso de Revista a que se nega provimento.&#8221; (TST &#8211; RR 363032 &#8211; 5ª Turma &#8211; Rel. Min. Rider Nogueira de Brito &#8211; DJU 24.05.2001)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;linkname=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;linkname=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;linkname=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;linkname=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;linkname=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;linkname=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fcomo-fica-a-estabilidade-dos-empregados-no-caso-de-encerramento-da-empresa%2F&amp;title=Como%20fica%20a%20estabilidade%20dos%20empregados%20no%20caso%20de%20encerramento%20da%20empresa%3F" id="wpa2a_18">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Uma empresa pode conceder vale-transporte e deixar de descontar os 6% dos salários dos empregados?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/uma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Previdenciária]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blog.ozai.com.br/?p=1184</guid>
		<description><![CDATA[Sim, mas atenção: a legislação determina que o empregado participe com a contribuição de 6% sobre o seu salário básico. O não desconto da contribuição no salário do empregado caracteriza o valor que deveria ser descontado como acréscimo salarial, gerando todos os efeitos trabalhistas, inclusive em relação aos encargos. Fonte: Decreto nº 95.247/1987 , art. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, mas atenção: a legislação determina que o empregado participe com a contribuição de 6% sobre o seu salário básico.</p>
<p>O não desconto da contribuição no salário do empregado caracteriza o valor que deveria ser descontado como <strong>acréscimo salarial</strong>, gerando todos os efeitos trabalhistas, inclusive em relação aos encargos.</p>
<p>Fonte: Decreto nº 95.247/1987 , art. 9º , I</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;linkname=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;linkname=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;linkname=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;linkname=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;linkname=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;linkname=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fuma-empresa-pode-conceder-vale-transporte-e-deixar-de-descontar-os-6-dos-salarios-dos-empregados%2F&amp;title=Uma%20empresa%20pode%20conceder%20vale-transporte%20e%20deixar%20de%20descontar%20os%206%25%20dos%20sal%C3%A1rios%20dos%20empregados%3F" id="wpa2a_20">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A empresa está obrigada a conceder vale-transporte para o empregado que utiliza seu próprio veículo?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/a-empresa-esta-obrigada-a-conceder-vale-transporte-para-o-empregado-que-utiliza-seu-proprio-veiculo/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/legislacao/trabalhista/a-empresa-esta-obrigada-a-conceder-vale-transporte-para-o-empregado-que-utiliza-seu-proprio-veiculo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 11:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Não. De acordo com o art. 7º do Regulamento da Lei do Vale-Transporte, para o exercício do direito de receber o Vale-Transporte o empregado informará ao empregador, por escrito, seu endereço residencial e os serviços e meios de transporte públicomais adequados ao seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa. Essas informações serão atualizadas anualmente ou sempre que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não. De acordo com o art. 7º do Regulamento da Lei do Vale-Transporte, para o exercício do direito de receber o Vale-Transporte o empregado informará ao empregador, por escrito, seu endereço residencial e os serviços e meios de transporte públicomais adequados ao seu deslocamento residência-trabalho e vice-versa.</p>
<p>Essas informações serão atualizadas anualmente ou sempre que ocorrer alteração dessas circunstâncias, sob pena de suspensão do benefício até o cumprimento dessa exigência.</p>
<p>O beneficiário firmará compromisso de utilizar o Vale-Transporte exclusivamente para seu efetivo deslocamento residência-trabalho e vice-versa. A declaração falsa ou o uso indevido do vale-transporte constituem falta grave.</p>
<p>Assim, a empresa deverá solicitar ao empregado novo documento, declarando que não necessita do vale-transporte, situação esta que poderá ser novamente alterada caso ele volte a se valer do transporte público para sua locomoção diariamente.</p>
<p>Caso o empregado se recuse a firmar nova declaração, a empresa poderá suspender o benefício até o cumprimento dessa exigência, ressaltando que a declaração falsa é considerada falta grave, podendo até ser punida com dispensa com justa causa, desde que a empresa tenha como comprovar esse fato.</p>
<p>Fonte: Decreto nº 95.247/1987 , art. 7º , §§ 2º e 3º</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Flegislacao%2Ftrabalhista%2Fa-empresa-esta-obrigada-a-conceder-vale-transporte-para-o-empregado-que-utiliza-seu-proprio-veiculo%2F&amp;linkname=A%20empresa%20est%C3%A1%20obrigada%20a%20conceder%20vale-transporte%20para%20o%20empregado%20que%20utiliza%20seu%20pr%C3%B3prio%20ve%C3%ADculo%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" 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		<title>4.10 &#8211; O QUE É A COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[A Lei 9958/00 incluiu na C.L.T. o título VI-A que trata das Comissões de Conciliação Prévia e faculta às empresas e aos sindicatos instituírem tais comissões para solução de conflitos individuais de trabalho. A comissão será sempre paritária e o termo de conciliação é título executivo extrajudicial. Fonte: CRC-SP]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9958.htm" target="_blank">Lei 9958/00</a> incluiu na C.L.T. o título VI-A que trata das Comissões de Conciliação Prévia e faculta às empresas e aos sindicatos instituírem tais comissões para solução de conflitos individuais de trabalho. A comissão será sempre paritária e o termo de conciliação é título executivo extrajudicial.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;linkname=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;linkname=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;linkname=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;linkname=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;linkname=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;linkname=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-10-o-que-e-a-comissao-de-conciliacao-previa%2F&amp;title=4.10%20%26%238211%3B%20O%20QUE%20%C3%89%20A%20COMISS%C3%83O%20DE%20CONCILIA%C3%87%C3%83O%20PR%C3%89VIA%3F" id="wpa2a_24">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.9 &#8211; DISSÍDIO COLETIVO</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-9-dissidio-coletivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[Um termo que gera muita confusão é o Dissídio Coletivo, que muitas vezes é usado erroneamente para se referir à data-base. O Dissídio só ocorrequando não há possibilidade de acordo na data-base entre as partes, ou seja patrões e trabalhadores, para formalizar uma convenção coletiva do trabalho, levando a questão à Justiça do Trabalho. Sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um termo que gera muita confusão é o Dissídio Coletivo, que muitas vezes é usado erroneamente para se referir à data-base. O Dissídio só ocorrequando não há possibilidade de acordo na data-base entre as partes, ou seja patrões e trabalhadores, para formalizar uma convenção coletiva do trabalho, levando a questão à Justiça do Trabalho. Sendo o processo levado a julgamento, caberá à Justiça do Trabalho promulgar uma sentença normativa que terá vigência em lugar do acordo. Na assembleia em que se aprova a pauta de reivindicações, geralmente também se aprova a autorização para a instauração de dissídio coletivo na Justiça do Trabalho.</p>
<p>Vale ressaltar que, quando se tratar de dissídio coletivo de natureza econômica a ação só poderá ser proposta mediante anuência da parte suscitada, de acordo com o art. 114, §2° da <a href="http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/22/Consti.htm" target="_blank">Constituição Federal</a>, que foi alterado pela <a href="http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/30/2004/45.htm" target="_blank">Emenda Constitucional n° 45</a>, de 8 de dezembro de 2004, e estabelece que:</p>
<blockquote><p>§ 2° Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem, é facultado às mesmas, de comum acordo, ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica, podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito, respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho, bem como as convencionadas anteriormente.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;linkname=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;linkname=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;linkname=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;linkname=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;linkname=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;linkname=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-9-dissidio-coletivo%2F&amp;title=4.9%20%26%238211%3B%20DISS%C3%8DDIO%20COLETIVO" id="wpa2a_26">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.8 &#8211; A PARTIR DE QUAL DATA AS DETERMINAÇÕES DA CONVENÇÃO COLETIVA DEVEM SER APLICADAS ?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[A Convenção Coletiva entra em vigor três dias após a data de entrega da mesma, assinada entre as partes (protocolo), no órgão regional do Ministério do Trabalho, conforme determina o parágrafo 1o. do art. 614 da Consolidação das Leis do Trabalho (C.L.T.). 4.8.1 &#8211; QUEM TEM DIREITO? As decisões estipuladas nas convenções coletivas transformam-se em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Convenção Coletiva entra em vigor três dias após a data de entrega da mesma, assinada entre as partes (protocolo), no órgão regional do Ministério do Trabalho, conforme determina o parágrafo 1o. do art. 614 da Consolidação das Leis do Trabalho (C.L.T.).</p>
<p><a id="p4-8-1" name="p4-8-1"></a></p>
<p><strong>4.8.1 &#8211; QUEM TEM DIREITO?</strong></p>
<p>As decisões estipuladas nas convenções coletivas transformam-se em direitos e deveres para todos os trabalhadores e empregadores.</p>
<p><a id="p4-8-2" name="p4-8-2"></a></p>
<p><strong>4.8.2 &#8211; VALIDADE</strong></p>
<p>Uma convenção coletiva de trabalho terá a validade máxima de dois anos, porém, o mais comum é o prazo de um ano. Nada impede que certas cláusulas tenham validade diversa de outras, desde que seja respeitado o limite acima.</p>
<p><a id="p4-8-3" name="p4-8-3"></a></p>
<p><strong>4.8.3 &#8211; ADITAMENTO </strong></p>
<p>Durante sua vigência, é licito às partes fazer inclusão, alteração ou supressão de cláusulas, através de um instrumento chamado de aditamento.</p>
<p><a id="p4-8-4" name="p4-8-4"></a></p>
<p><strong>4.8.4 &#8211; REGISTRO</strong></p>
<p>Conforme o <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm" target="_blank">artigo 614 da CLT</a>, a Convenção Coletiva de Trabalho, devidamente assinada, terá que ser registrada no site do MTE, pelo Sistema Mediador das Relações de Trabalho. Porém, sua eficácia independe do registro no MTE, vez que tal exigência possui fins meramente cadastrais e de publicidade. A eficácia da Convenção Coletiva de Trabalho surge com a assinatura da mesma pelas partes convenentes (no caso, os sindicatos das categorias econômica e profissional).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;linkname=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;linkname=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;linkname=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;linkname=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;linkname=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;linkname=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-8-a-partir-de-qual-data-as-determinacoes-da-convencao-coletiva-devem-ser-aplicadas%2F&amp;title=4.8%20%26%238211%3B%20A%20PARTIR%20DE%20QUAL%20DATA%20AS%20DETERMINA%C3%87%C3%95ES%20DA%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA%20DEVEM%20SER%20APLICADAS%20%3F" id="wpa2a_28">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.7 &#8211; ACORDO COLETIVO</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-7-acordo-coletivo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[É o documento que formaliza os termos das negociações trabalhistas firmadas entre uma empresa e o(s) sindicato(s) dos empregados. Vincula apenas as partes envolvidas e não toda a categoria, como é o caso da Convenção Coletiva. Fonte: CRC-SP]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o documento que formaliza os termos das negociações trabalhistas firmadas entre uma empresa e o(s) sindicato(s) dos empregados. Vincula apenas as partes envolvidas e não toda a categoria, como é o caso da Convenção Coletiva.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;linkname=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;linkname=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;linkname=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;linkname=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;linkname=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;linkname=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-7-acordo-coletivo%2F&amp;title=4.7%20%26%238211%3B%20ACORDO%20COLETIVO" id="wpa2a_30">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.6 &#8211; CONVENÇÃO COLETIVA</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-6-convencao-coletiva/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) é o resultado das negociações entre os sindicatos de empregadores e o de empregados. Uma vez por ano, na data-base, é convocada Assembléia Geral para instalar o processo de negociações coletivas. No caso do SINDRATAR-SP, as empresas que fazem parte da Central Sindical CONLUTAS (Região de Campinas, São José [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) é o resultado das negociações entre os sindicatos de empregadores e o de empregados. Uma vez por ano, na data-base, é convocada Assembléia Geral para instalar o processo de negociações coletivas. No caso do SINDRATAR-SP, as empresas que fazem parte da Central Sindical CONLUTAS (Região de Campinas, São José dos Campos, Limeira e Baixada Santista) a data-base é o dia 1º de agosto. Já para as empresas que fazem parte da Central Sindical da FEM-CUT a data-base é 1º de setembro. Já para as cidades de São Paulo, Osasco, Guarulhos, Mogi das Cruzes, quem negocia é o Sindicato dos Metalúrgicos com data-base em 1º de Novembro. Isto significa que, nesta data, reajustes, pisos salariais, benefícios, direitos e deveres de patrões e empregados serão objeto de negociações. Se os sindicatos, autorizados pelas respectivas assembléias gerais, estiverem de acordo com as condições estipuladas na negociação assinam a Convenção Coletiva de Trabalho, documento que deverá ser registrado e homologado no órgão regional do Ministério do Trabalho (DRT). As determinações da CCT atingem a todos os integrantes da categoria. Ressalta-se que suas cláusulas não podem ferir direitos previstos na legislação, sob pena de nulidade.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;linkname=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;linkname=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;linkname=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;linkname=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;linkname=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;linkname=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-6-convencao-coletiva%2F&amp;title=4.6%20%26%238211%3B%20CONVEN%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" id="wpa2a_32">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.5 &#8211; OBJETO DA NEGOCIAÇÃO</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-5-objeto-da-negociacao/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-5-objeto-da-negociacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:52:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[Por meio do ACT podem ser negociadas cláusulas de natureza econômica e social, que versam por exempo sobre reajuste de salário, valor do adicional de horas extras, duração da jornada de trabalho e estabilidades temporárias. Não é permitida a supressão de direitos garantidos na legislação. 4.5.1 &#8211; CLÁUSULAS ECONÔMICAS Versam sobre a remuneração, como reajustamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por meio do ACT podem ser negociadas cláusulas de natureza econômica e social, que versam por exempo sobre reajuste de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio" target="_blank">salário</a>, valor do adicional de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Horas_extras" target="_blank">horas extras</a>, duração da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornada_de_trabalho" target="_blank">jornada de trabalho</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estabilidade" target="_blank">estabilidades</a> temporárias.</p>
<p>Não é permitida a supressão de direitos garantidos na legislação.</p>
<p><a id="p4-5-1" name="p4-5-1"></a></p>
<p><strong>4.5.1 &#8211; CLÁUSULAS ECONÔMICAS</strong></p>
<p>Versam sobre a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Remunera%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">remuneração</a>, como reajustamento, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio" target="_blank">piso salarial</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sal%C3%A1rio" target="_blank">gratificações</a>, valor das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Horas_extras" target="_blank">horas extras</a>, vales, entre outras.</p>
<p><a id="p4-5-2" name="p4-5-2"></a></p>
<p><strong>4.5.2 &#8211; CLÁUSULAS SOCIAIS</strong></p>
<p>São as demais cláusulas e que não geram um desembolso imediato por parte dos empregadores, como a garantia de emprego por um determinado período, seguro de vida, abono de faltas ao estudante, condições de segurança e higiene do trabalho, etc.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;linkname=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;linkname=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;linkname=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;linkname=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;linkname=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;linkname=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-5-objeto-da-negociacao%2F&amp;title=4.5%20%26%238211%3B%20OBJETO%20DA%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O" id="wpa2a_34">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.4 &#8211; NEGOCIAÇÃO COLETIVA</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-4-negociacao-coletiva/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-4-negociacao-coletiva/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[A convenção coletiva de trabalho é fruto de negociação entre as partes, através de respectivas comissões de negociação, que são escolhidas e tem o poder de negociação outorgados em assembléias convocadas para esta finalidade. Fonte: CRC-SP]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A convenção coletiva de trabalho é fruto de negociação entre as partes, através de respectivas comissões de negociação, que são escolhidas e tem o poder de negociação outorgados em assembléias convocadas para esta finalidade.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="http://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;linkname=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Facebook" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/facebook.png" width="16" height="16" alt="Facebook"/></a><a class="a2a_button_twitter" href="http://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;linkname=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Twitter" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/twitter.png" width="16" height="16" alt="Twitter"/></a><a class="a2a_button_blogger_post" href="http://www.addtoany.com/add_to/blogger_post?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;linkname=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Blogger Post" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/blogger.png" width="16" height="16" alt="Blogger Post"/></a><a class="a2a_button_orkut" href="http://www.addtoany.com/add_to/orkut?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;linkname=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Orkut" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/orkut.png" width="16" height="16" alt="Orkut"/></a><a class="a2a_button_delicious" href="http://www.addtoany.com/add_to/delicious?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;linkname=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="Delicious" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/delicious.png" width="16" height="16" alt="Delicious"/></a><a class="a2a_button_linkedin" href="http://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;linkname=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" title="LinkedIn" rel="nofollow" target="_blank"><img src="http://www.blog.ozai.com.br/wp-content/plugins/add-to-any/icons/linkedin.png" width="16" height="16" alt="LinkedIn"/></a><!--[if IE]><iframe frameborder="0" allowTransparency="true" class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><![endif]--><!--[if !IE]><!--><iframe class="addtoany_special_service facebook_like" src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=75&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=20&amp;ref=addtoany" scrolling="no" style="border:none;overflow:hidden;width:90px;height:21px"></iframe><!--<![endif]--><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.blog.ozai.com.br%2Fguia-de-obrigacoes%2F4-4-negociacao-coletiva%2F&amp;title=4.4%20%26%238211%3B%20NEGOCIA%C3%87%C3%83O%20COLETIVA" id="wpa2a_36">Mais</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>4.3 &#8211; PAUTA DE REIVINDICAÇÕES</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-3-pauta-de-reivindicacoes/</link>
		<comments>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-3-pauta-de-reivindicacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pauta de Reivindicações é o documento que contém a proposta de modificação e inserção de cláusulas no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), geralmente enviada às empresas antes da data-base. A Pauta de Reivindicações é construída a partir de uma pesquisa feita entre os trabalhadores. A redação final da pauta é decidida em assembleia geral, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Pauta de Reivindicações é o documento que contém a proposta de modificação e inserção de cláusulas no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), geralmente enviada às empresas antes da data-base. A Pauta de Reivindicações é construída a partir de uma pesquisa feita entre os trabalhadores. A redação final da pauta é decidida em assembleia geral, convocada pelo Sindicato para esse fim.</p>
<p>Desta forma, a Pauta de Reivindicações serve para nortear as negociações entre Sindicato e Empresa, que poderá resultar no Acordo Coletivo de Trabalho, além de exprimir os anseios da categoria representada. Quanto maior a participação dos trabalhadores na elaboração da pauta, maior a possibilidade de ela efetivamente representar seus anseios.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
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		<title>4.2 &#8211; O QUE É A DATA BASE?</title>
		<link>http://www.blog.ozai.com.br/guia-de-obrigacoes/4-2-o-que-e-a-data-base/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 21:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ozai Contábil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia de Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a legislação trabalhista, data base é aquela data na qual os sindicatos representantes das respectivas categorias têm para, através de negociação ou ajuizamento de ação coletiva, requerer, rever, modificar ou extinguir normas contidas nos instrumentos normativos de sua categoria. É o mês no qual se discute o reajuste salarial, por exemplo. 4.2.1 &#8211; COMO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a legislação trabalhista, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Data_base" target="_blank">data base</a> é aquela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Data" target="_blank">data</a> na qual os sindicatos representantes das respectivas categorias têm para, através de negociação ou ajuizamento de ação coletiva, requerer, rever, modificar ou extinguir normas contidas nos instrumentos normativos de sua categoria. É o mês no qual se discute o reajuste salarial, por exemplo.</p>
<p><a id="p4-2-1" name="p4-2-1"></a></p>
<p><strong>4.2.1 &#8211; COMO FUNCIONA? </strong></p>
<p>Uma vez por ano, na data-base, é convocada Assembléia Geral para instalar o processo de negociações coletivas. As determinações da Convenção Coletiva atingem a todos os integrantes da categoria.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.crcsp.org.br/portal_novo/publicacoes/guia_pratico/indice.htm">CRC-SP</a></p>
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